Poucas vezes na minha vida eu vi uma empresa fazer tão pouco caso com o consumidor como a Telefônica.
O serviço de banda larga Speedy (que eu assino) é um dos principais meios de acesso do estado de São Paulo. Recentemente, o Tribunal de Justiça de Bauru decretou que a empresa não poderia exigir um provedor de acesso juntamente com o Speedy, coisa que já vinha acontecendo desde os primórdios do serviço.
Devido à decisão, a telefônica passou à oferecer acesso ao serviço de banda larga por meio de um login genérico (internet@speedy.com.br) e senha também (internet).
Mas quando a esmola é demais...
A empresa mandou nesta semana (10 de maio) um comunicado à nós, clientes informando que será cobrada uma taxa de R$ 8,70 pelo acesso. Mas espere um pouco... não foi EXATAMENTE isso que a decisão judicial proibiu?
Segundo a telefônica, isso não é cobrança de provedor, é apenas uma "taxa de conectividade". Taxa essa que ou nós (clientes) aceitamos, ou somos obrigados à voltar para os serviços de provedores.
Não é cobrança de provedor né? então porque no dia 29 de maio de 2008, em um contato com a telefônica, a atendente Jennifer me informou que "Senhor, a telefônica vai cobrar pelo provedor dela". E depois de pedida a confirmação da informação: "Correto senhor, se o senhor não quiser o provedor da telefônica, poderá assinar serviço de outro provedor"?
Fico imaginando a cúpula da empresa na reunião: “Hum, um milhão e oitocentos mil assinantes, a 8,70, arredondando dá uns 15 milhões de reais por mês livres, apenas para fornecer uma senha. Tá de bom tamanho, né?”
A minha situação é grave. Tenho 3 opções: pago a taxa, pago o provedor ou pago a multa por quebra de fidelidade de R$300,00, caso decida cancelar o serviço.
Humm... func! func! sou somente eu, ou você também está sentindo um cheiro de ARMAÇÃO PREMEDITADA E SAFADEZA no ar?
O serviço de banda larga Speedy (que eu assino) é um dos principais meios de acesso do estado de São Paulo. Recentemente, o Tribunal de Justiça de Bauru decretou que a empresa não poderia exigir um provedor de acesso juntamente com o Speedy, coisa que já vinha acontecendo desde os primórdios do serviço.
Devido à decisão, a telefônica passou à oferecer acesso ao serviço de banda larga por meio de um login genérico (internet@speedy.com.br) e senha também (internet).
Mas quando a esmola é demais...
A empresa mandou nesta semana (10 de maio) um comunicado à nós, clientes informando que será cobrada uma taxa de R$ 8,70 pelo acesso. Mas espere um pouco... não foi EXATAMENTE isso que a decisão judicial proibiu?
Segundo a telefônica, isso não é cobrança de provedor, é apenas uma "taxa de conectividade". Taxa essa que ou nós (clientes) aceitamos, ou somos obrigados à voltar para os serviços de provedores.
Não é cobrança de provedor né? então porque no dia 29 de maio de 2008, em um contato com a telefônica, a atendente Jennifer me informou que "Senhor, a telefônica vai cobrar pelo provedor dela". E depois de pedida a confirmação da informação: "Correto senhor, se o senhor não quiser o provedor da telefônica, poderá assinar serviço de outro provedor"?
Fico imaginando a cúpula da empresa na reunião: “Hum, um milhão e oitocentos mil assinantes, a 8,70, arredondando dá uns 15 milhões de reais por mês livres, apenas para fornecer uma senha. Tá de bom tamanho, né?”
A minha situação é grave. Tenho 3 opções: pago a taxa, pago o provedor ou pago a multa por quebra de fidelidade de R$300,00, caso decida cancelar o serviço.
Humm... func! func! sou somente eu, ou você também está sentindo um cheiro de ARMAÇÃO PREMEDITADA E SAFADEZA no ar?
2 comentários:
esses malditos espanhões só estão no brasil por causa da vagabundagem da política brasileira, que estão ganhando dinheiro da telefonica.
malditos....
kkk!
Tá nervoso em Luciano!
Fuck the espanha!
e os motherfockers espanhóis também!
(que nenhum espanhol leia isso :))
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